Caixa-brilhosa
Algumas cousas foram criadas exatamente para não serem compreendidas.Não importa o porquê, você entra na ficção com vontade de morar lá, com aqueles garotos, escravos sexuais (libaneses). Dentro das pedras onde só as cobras moram você quer viver, para fugir do mundo que lhe cerca, este cheio de malícias.
Gostaria de morar numa daquelas comédias-românticas, onde os mocinhos fazem o que querem (e até de tudo) por suas garotas, e ao final, vivem felizes até a continuação, com outra garota (ou a desejada), geralmente com a melhor amiga. Histórias incríveis onde o acaso é o protagonista, e tudo gira em torno dele.
Quanta gente não daria tudo para ver o pôr do sol com alguém querido? Quanta gente não espera a vida toda por aquele beijo mais que espontâneo, e viver como se fizesse parte de um romance... Quanta gente não queria ser tão feliz quanto se narra os contos?!
Tudo besteira! A única cousa que sobra é aquela velha e maldita nostalgia ao final, e a se ver a data, percebe-se como o tempo passa rápido, e que esse tempo... Você levou em pensar nisso! E que nesse tempo você sonhou, contou nos dedos os anos e chorou, porque viu que só perdeu tempo, vendo numa caixa-brilhosa, uma felicidade que talvez não exista.

Serei honesto: esse é o único texto bom deste blog.
ResponderExcluirParabéns, esse merece minha admiração.
Realmente, como o Sandoval falou, ficou muito bom; boas idéias. Só dá uma olhadinha nos erros, né, cara? Usar "estória" é arcaísmo; no final tem um "por que" com sentido de "porque". Tou só dando uns toques. ;)
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